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Notícia Tatiana em 26 Mar 2008

Mostra em Nova York de artista japonês terá loja da Louis Vuitton

O Museu do Brooklyn, em Nova York, anunciou hoje que sua retrospectiva do artista Takashi Murakami, considerado o Andy Warhol japonês, incluirá a instalação de uma loja da marca de luxo Louis Vuitton como parte da exposição.
A retrospectiva de Murakami, organizada pelo Museu de Arte Contemporânea (MOCA), de Los Angeles, abrirá suas portas no Museu de Brooklyn de 5 de abril até 13 de julho.

Poderão ser vistas 90 obras do artista japonês, que, entre outros, desenhou peças para a Louis Vuitton.

A inclusão de uma loja de luxo como parte da exposição de Murakami pretende demonstrar o “complexo cruzamento de arte, cultura de massas, moda e comércio” praticado pelo artista e que já “faz parte integral de sua obra”, explica o museu em comunicado.

Nessa loja, é possível comprar vários produtos com o monocromático logotipo da Louis Vuitton em cor, fruto da colaboração de Murakami com Marc Jacobs, diretor criativo da marca.

Jacobs descobriu Murakami, conhecido por suas imagens “superplanas” inspiradas em mangás, através da capa do catálogo de um leilão de arte contemporânea da Christie’s, na qual aparecia uma de suas figuras icônicas.

Ele chamou-o imediatamente para ajudar a desenhar acessórios da temporada de primavera e, em particular, a alterar a aparência das emblemáticas bolsas de mão marrons que levam a sigla LV impressa em dourado.

Murakami, representante do chamado “New Pop”, considera que a loja “não é uma parte da exposição, mas o coração da mesma”, pois, para o artista, “une as características do conceito ‘readymade’, ou seja, objetos manufaturados que, quando colocados em uma galeria ou em um museu, passam a ser objetos de arte”.

Louis Vuitton planeja doar parte das vendas de seus produtos em um jantar de gala que será organizado em benefício do museu e durante o qual também serão leiloadas algumas criações feitas por Murakami para a marca de luxo.

EFE
Fonte: Terra.com.br

Notícia Tatiana em 26 Mar 2008

Buenos Aires acolhe exposição de Tarsila do Amaral

O Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires iniciará sua temporada com uma mostra única sobre a artista Tarsila do Amaral, uma das precursoras do modernismo no Brasil.
A exposição, que começa no próximo sábado, inclui 80 pinturas, 60 desenhos e cadernos de viagem e reúne pela primeira vez na história suas três obras mais emblemáticas: Antropofagia, A Negra e Abaporu, quadro o qual deu origem ao chamado movimento antropofágico.

A pintora (1886-1973) manteve nos anos 1920 uma estreita relação com intelectuais argentinos como Jorge Luis Borges, e fora do Brasil sua obra só foi reconhecida em estreitos círculos culturais.

A mostra que será inaugurada em Buenos Aires vai ser “uma grande descoberta” para os argentinos, afirmou o curador-chefe do Malba, Marcelo Pacheco.

Com o título Tarsila viajante, recolhe as obras que a artista produziu nos anos 1920 durante suas viagens por Europa, Brasil, a ex-União Soviética e o Oriente Médio.

Nestes trabalhos, a artista interiorizou os conceitos que assentariam os princípios da modernidade na América Latina, estreitamente ligada à construção da identidade nacional de países como Brasil e Argentina.

Será a primeira vez que uma retrospectiva individual de toda a obra de Tarsila poderá ser vista na Argentina.

Pacheco disse que a exposição é “uma oportunidade única” para ver reunidas as obras fundamentais de Tarsila, “uma das melhores artistas do século XX”, e cuja particularidade é que a visão de suas obras permite entender o mundo contemporâneo.

“Tarsila tem a ver com a construção da cultura, da literatura, do cinema e da fotografia européia e latino-americana; do culto e do popular”, disse.

Tarsila viajante, organizada pela curadora Regina Teixeira, ficará em exposição no Malba entre 29 de março e 2 de junho.

EFE
Fonte: Terra.com.br

Notícia Paulo Araya em 05 Mar 2008

Museu da FAAP sediará mostra de arte marroquina em São Paulo

A riqueza da cultura e civilização do Marrocos poderá ser contemplada no Museu de Arte Brasileira da FAAP, em São Paulo, entre os dias 31 de março e 22 de junho, em uma exposição formada por cerca de 500 peças, entre relíquias arqueológicas e obras de arte tradicionais e contemporâneas.

A exposição, promovida pela Embaixada marroquina em Brasília, prestará homenagem ao país norte-africano mediante a exibição de sua “vocação de terra de reencontros e de mistura de diversas influências culturais árabes, muçulmanas, africanas e mediterrâneas”.

A mostra tem como objetivo apresentar as particularidades desse país como terra de convergência e de mistura de culturas diversas, com a exibição de cerca de 500 objetos arqueológicos e obras de arte que datam desde a época pré-histórica até a era contemporânea.

A exposição se articula em torno de quatro eixos: o primeiro remete ao Período Neolítico; o segundo é dedicado às artes tradicionais; o terceiro foca o olhar dos artistas orientalistas e pintores viajantes da segunda metade do século XIX até a metade do século XX, ao tempo que o quarto exibe as grandes tendências da arte contemporânea marroquina.

Fonte: Terra.com.br

Notícia Paulo Araya em 05 Mar 2008

Pablo Picasso é o pintor favorito dos ladrões

O artista preferido dos ladrões de obras de arte é Pablo Picasso, informou, em Londres, o último relatório do The Art Loss Register (ALR), uma firma privada que conta com a mais importante base de dados de obras roubadas no mundo.

Esta preferência dos ladrões pelo mestre malaguenho é refletida numa cifra: 693 obras de Picasso já foram roubadas, indica a firma, que ajudou a recuperar 2 mil obras roubadas em todas as partes do mundo.

Dos Picassos roubados, somente 121 foram recuperados. O resto continua com paradeiro desconhecido, indicou o registro, criado em 1991 por Julien Radcliffe, um empresário britânico.

O também espanhol Joan Miró é o segundo na lista de artistas mais roubáveis. Um total de 388 obras de Miró foram levadas por ladrões, das quais apenas 24 voltaram para seus donos.

Em seguida estão o russo Marc Chagall, com 366 obras roubadas (49 recuperadas) e o surrealista espanhol Salvador Dalí, com 300 quadros roubados (25 recuperados).

Fonte: Terra.com.br

Galeria Paulo Araya em 08 Fev 2008

Leilão de Março

Mais um leilão está chegando na Bel Galeria de Arte, por isso estamos no processo de captação de obras para o leilão que será em março, a data ainda será confirmada.

Visite o nosso site para maiores informações…

Um grande Abraço da equipe Bel Galeria de Arte!

Galeria Paulo Araya em 07 Jan 2008

Ano novo, Site novo

Com a chegada de mais um novo ano, resolvemos melhorar o nosso site, simplificando todo o seu acesso, deixando um visual mais moderno ao mesmo tempo elegante, tudo o que você encontrava na versão anterior, também encontrará neste novo site, agora com mais uma categoria, “multimídia” onde pode ser visto vídeos feitos na galeria e fotos tiradas durante os leilões.

Em breve mais novidades no site, porque nosso objetivo além de levar as melhores obras para você é também manté-lo informado do que é a Arte e o que está acontecendo “neste mundo”.

Esperamos que possa disfrutar de todo conteúdo, estamos fazendo o melhor para atendé-lo e manté-lo informado.

Continue nos visitando e confira essas novidades!

A Bel Galeria agradece a sua parceria, mande a sua opinião ou sugestão, queremos saber o que você está achando, lembre, trabalhamos para satisfazé-lo.

Desejamos que 2008 seja repleto de realizações!

Notícia Paulo Araya em 21 Dez 2007

Roubo no Masp expõe condições “nefastas” de segurança, diz jornal

Uma reportagem do jornal espanhol “El Mundo” afirma que o furto dos quadros de Picasso e Portinari do Masp (Museu de Arte de São Paulo) expõe condições de segurança “nefastas” nos museus latino-americanos.

A reportagem repercute a ação criminosa em que ladrões levaram do museu as pinturas “Retrato de Suzanne Bloch”, da chamada fase azul de Pablo Picasso, e “O lavrador de café”, de Portinari.

Para o “El Mundo”, o roubo “volta a colocar em evidência as nefastas condições de segurança nos museus latino-americanos, em especial os brasileiros”.

“Uma questão que é, em realidade, extensão do grave problema que representam no país as ações criminosas.”

A reportagem lembra que em outubro o Masp já havia sido alvo de uma tentativa de roubo. Em novembro, uma coleção de moedas raras do Museu do Ipiranga foi roubada, sublinha o jornal.

Outros jornais

O episódio também foi parar nas páginas de outros jornais europeus e sul-americanos.

O argentino “La Nación” diz que “todos os olhares estão postos no sistema de segurança do museu, sobre cujo funcionamento houve contradições nos primeiros interrogatórios dos vigilantes”.

“O Masp, um impressionante edifício modernista inaugurado em 1968, está localizado em pleno centro financeiro da cidade, na avenida Paulista, uma das áreas mais vigiadas do país”, diz o diário argentino.

Já o britânico “The Guardian” destaca que a ação foi planejada “em detalhes de minuto”, e que a polícia não descarta a possibilidade de ter havido colaboração de pessoas do próprio museu.

Escrito por: THOMAS PAPPON da BBC Brasil
Fonte: Folha (http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u357211.shtml)

Galeria Paulo Araya em 17 Dez 2007

21º Leilão - Vídeos

Confira abaixo seis vídeos da apresentação da “Associação de balé de cegos” realizado na Bel Galeria de Arte no dia 11 de dezembro.

Clique sobre a imagem, você será redimencionado para uma página do Youtube, local onde estamos armazenando nossos vídeos.

Parte 1 Parte 2
Parte 3 Parte 4
Parte 5 Parte 6

Galeria Paulo Araya em 12 Dez 2007

21º Leilão: Encerramento do Ano

Ensaio
Foto: Andrea

Para finalizar o ano com “chave de ouro”, a Bel Galeria organizou nesta Terça-Feira dia 11 o 21º Leilão, no qual contamos com a presença da Associação de Balé de Cegos Fernanda Bianchini.

Quando as pessoas pensam em deficientes visuais normalmente já sentem dó, pensam que estão privados de viver a vida como qualquer pessoa com todos os sentidos “normais”, agora, quando assistimos uma apresentação da Associação de Balé de Cegos, percebemos que não devemos sentir assim.

“Não é tão importante enxergar, podemos viver da mesma forma, pra que enxergar tanta maldade, tanta coisa ruim” disse uma das bailarinas em sua última apresentação na galeria.

A Associação está localizada na Vila Mariana em São Paulo, oferecendo cursos de ballet clássico, sapateado, dança de salão, capoeira, danças folclóricas, teatro, violão e artes plásticas (englobando pintura e escultura). Todos os cursos são gratuitos.

Todas essas atividades melhoram o equilíbrio e a auto-estima, dos deficientes visuais, rompendo com barreiras e preconceitos externos e internos.

Isso faz pensarmos que muitas pessoas reclamam, se queixam de coisas e sem necessidade, enquanto existem pessoas que poderiam reclamar da vida, mas pelo contrário vivem de forma única, superando limites, como as da associação.

Para saber mais informações da Associação de Balé para cegos e como ajudar, acesse o site: http://www.ciafernandabianchini.org.br/

Aguarde, estaremos providenciando os vídeos da apresentação e as fotos que serão publicados neste blog!

Exposição Paulo Araya em 23 Nov 2007

Exposição: Instituto de Arte Contemporânea

Escrito por Nathalia Lavigne

Cicerones: Amilcar de castro, Mira Schendel, Sergio Camargo e Willys de Castro. Convidados de honra: Arp, Tunga e Volpi também terão espaço.

Uma inauguração incompleta, ano passado, quase tirou o foco do que seria o Instituto de Arte Contemporânea. Afinal, a entidade cultural dedicada aos artistas Amilcar de Castro, Sergio Camargo, Mira Schendel e Willys de Castro, que vai reunir um acervo documental com a trajetória de cada um, surgiu para o público sem o principal: o Núcleo de Documentação e Pesquisa. Se a idéia de abrir uma exposição em meio aos tapumes decepcionou os visitantes, Raquel Arnaud, presidente e criadora do IAC, enumera os louros colhidos com a prévia. “Quem já tinha doado dinheiro viu o que tinha sido feito e captamos mais recursos para terminá-lo“, justifica.

Na quarta-feira (28), o projeto pioneiro, idealizado pela galerista em 97, enfim ganha forma. Cerca de 7 mil documentos e 4 mil imagens sobre Sergio Camargo e Willys de CAstro já estarão disponíveis para consulta. A partir dali, será possível, por exemplo, localizar todas as obras da dupla e conhecer 70 projetos de Willys nunca concluídos. Além do material sobre os outro dois artistas, fica faltando um café e o auditório no subsolo do prédio Joaquim Nabuco. As outras salas em obras são do Centro Universitário Maria Antonia, que terá espaços expositivos integrados ao IAC. As pesquisas, por enquanto, só serão feitas com agendamento prévio.

Onde: Rua Maria Antonia, 258, V. Buarque
Tel.: (11) 3255-2009
Quando: 10h/19h (dom., 12h/17h; fecha segunda). Abre dia 28/11
Valor: Gratuíto

Carnavalesco comportado

Durante a sua busca por documentos sobre Amilcar Castro e Mira Shendel, a pesquisadora Giovana Milani se surpreendeu com uma descoberta. O sóbrio artista foi o responsável pela cenografia do desfile da Mangueira de 1964, junto com Hélio Oiticica.

O episódio está registrado em uma gravação, em que os veteranos da escola falam do artista. As pesquisas sobre Castro e Mira, porém, ainda estão em fase de levantamento - não há previsão de quando os documentos estarão disponíveis.

Da Galeria ao Instituto

Vinte e quatro anos antes de projetar o Instituto, Raquel Arnaud definiu os rumos do mercado de arte brasileiro quando abriu o Gabinete de Arte, em 1973, uma galeria que se consagrou pela coerência e importância de seu elenco.

Como Surgiu o IAC?
Quando passei a representar o espókio do Sérgio Camargo, em 1990, achei que deveria institucionalizar o seu trabalho. A partir dele, incorporei os outros artistas, com quem eu já tinha trabalhado. Achei que os quatro permitiam a mesma leitura.

Mas por que ele só ficou pronto agora?
O prédio cedido pela USP estava caindo aos pedaços, a restauração foi trabalhosa e muito cara. Por isso fiz a pré-inauguração no ano passado

Expandindo as relações

A segunda exposição do Instituto de Arte Contemporânea é uma espécie de ‘aquecimento’ para as mostras que devem ocupar o espaço. Comcuradoria de Paulo Sérgio Duarte, Campos Ampliados resume a proposta do instituto para as exposições temporárias no próprio título: a idéia é integrar artistas nacionais e internacionais ao quarteto da casa. Para esta mostra, foram escolhidos três de seus antecessores (Alfredo Volpi, Jean Arp e Lucio Fontana) e três contemporâneos - Arthur Luiz Piza, José Resende e Tunga. “Existe um diálogo muito positivo entre a arte brasileira contemporânea e o passado moderno“, diz Duarte. Entre as 75 obras dispostas nas duas amplas salas, poucas foram mostradas na exposição anterior, só com os artistas, só com os artistas da casa. Os relevos de madeira de Camargo, por exemplo, estavam fora do país há muito tempo.

Fonte: Guia - O Estado de São Paulo nº 320

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